Sem pensarmos que a palavra "graffiti" não estava contemplada no dicionário nacional há 30 anos, e que hoje em dia é uma praga (pelo menos aquelas que, em maioria, só o que fazem é sujar as cidades), também nos surpreenderemos se ficarmos atentos a algumas paredes.
Eram há algum tempo utilizadas não para sujar, mas sim para intervir.
Vejamos...

ou então...

e esta...

(Não à Guerra Colonial)
mais uma...

e agora... a mais surpreendente...

Ainda eram amigos...
perdeu-se esta forma de intervir...
direi mais, se alguém for encontrado na rua a escrever destas coisas, corre o grave risco de ser acusado de ser fascista...
Isto porque os Socialistas são eles...
P.S. (desculpem a coincidência) - Se virem por aí relíquias destas, fotografem para mostrar aos vossos netos ou então mandem para eu publicar.
5 comentários:
por acaso é uma cena que partilho contigo... cresci no seio de Lisboa numa zona onde abundavam estas "paredes politicas" (praça do chile), e com alguma pena nunca registei porque achava que estariam sempre lá...
tenho um livro de fotografias de algumas dezenas destas paredes.. muito bom.
das duas uma:
ou vamos lá fazer um trabalho de restauro,
ou
escrevemos umas novas que se adequem à conjuntura
Agora até há lojas dedicadas a venda de produtos para o efeito! (embora o cliente alvo não seja propriamente o revolucionário, mas sim esses palermas dos graffitis)
nada como meter um boné maior que a cabeça, o cú das calças nos joelhos, uma sweat 4 numeros acima, um radio-cassete de 1 metro aos ombros, e rezemos para que nos vendam as latas...
senão vamos mesmo à drogaria e compramos umas trinchas, umas latas de tinta e fazemo-lo como deve ser...
Postar um comentário