As memórias que tenho de momentos que passei, fazem parte constante do meu contemporâneo.
À medida que envelhecemos, temos cada vez mais histórias para contar, da mesma forma que muitas outras sem apagam definitivamente do nosso imaginário.
Quando estou com os amigos de infância, falamos de quando brincavamos a noite toda sem precisar de descobrir outras coisas que não o cantos da rua onde moravamos;
Quando estou com os amigos de escola, falamos daquele professor do 6º ano que era muito maluco;
Quando estou com os amigos da adolescência falamos das primeiras namoradas, do primeiro cigarro, da primeira bebedeira, das primeiras coisas irresponsáveis que fizemos na vida;
Quando estou com os amigos da faculdade, ui... o diaZ, a João, a Marlene, o Fred, o Sabino, a Vanda, o Texugui, ... aí é estranho... é estranho porque quando nos encontramos (com mais uns forasteiros que mais parece que sempre estiveram presentes, a Raquel e o Chefe) e bebemos uns copos a mais, já não falamos muito do passado...
Voltamos atrás no tempo e ficamos novamente com a idade que tinhamos quando nos conhecemos, só que... mais MADUROS. Ou seja, falamos as coisas pelos nomes...
Já não temos pudor em falar dos prazeres da vida com todas as letras...
O pior mesmo é a ressaca.
Não a ressaca do alcool... a ressaca do quão bom foi ficar com 18 anos na noite passada...
4 comentários:
BONITO!!!!
Muito BONITO!
Amo-te pá !!!
Eu não te amo... Mas "Gosto de ti, porra... Estás escarrapachado na minha alembradura...!" ;)
Ohhhhhh amigo :)
Que lindo :)
Adoro-te
Texugui*
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